Arquivo do mês: dezembro 2008

Maomé e a montanha

Eis a média de circulação diária no Terminal Rodoviário Israel Pinheiro: 35 mil pessoas. A previsão da administração é que esse número esteja em torno de 42 mil desde segunda-feira, graças à época. Ano passado, foram 70 mil embarques no Reveillón e 95 mil no Natal.

Em uma semana de exposição já pudemos experimentar um pouco da recepção e da reação das pessoas. E, de saída, já podemos dizer que fazer o movimento contrário (levar a exposição às pessoas, em vez do oposto) é gratificante.

A técnica, claro, continua roubando a cena. A magia que estas latas e caixas são capazes de realizar continua surpreendendo as pessoas. Mas o resultado da mágica também vem mexendo com os visitantes, gerando novas histórias.

Esta foto não está lá. Mas nós estamos.

Esta foto não está lá. Mas nós estamos.

Dessas histórias, falaremos em breve.

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Parabéns, BH!

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Eis aqui o nosso presente.

convite exposição

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Preto e Branco

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O olhar pela cidade, decupando seu cantos, mirando sujeitos estáticos em busca de identidade é um trabalho de pura contemplação aleatória.

Debruçar-se sobre seu tempo de fissuras é reconhecer um espelho quebrado, e cada caco em si é a materialização de pedaços que a compõe: construções, pessoas, sentidos, vazios e conceitos.

É assim que a cidade se manifesta nesse processo. É pela observação atenta e livre que ela se revela em preto e branco, texturas e outros vôos estéticos.

Pela espera paciente defronte aos seus grandes monumentos e aos pequenos oásis, que ela nos sugere novos conceitos sobre unidade e pluralismo, o referente e o objeto, e, principalmente, sobre o pomposo e o singelo. Paisagens de toda sorte nos surpreendem pelo caminho que a cidade percorre em si, movendo-se o tempo todo, ainda que fixada em uma fotografia.

Nesse processo artístico, potencializa-se a desconformidade do belo, traçando para ele novos contornos disformes, violados por uma poética ríspida que também interfere nas paisagens sem a complexidade dos cartões postais, transformando-as em ricas imagens.

Pensar na cidade é pensar em fisiologia em grande escala. Num ser urbano, tão orgânico quanto muitos de nós. Arriscar-se em seu conforto é ser lembrado que ela nos contêm e nos está contida, em um preto e branco enquadrado e muito vivo.

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Chegando a hora

Pinholes em movimento

Pinholes em movimento

Dia 09 de dezembro. Nove meses de trabalho.

você consegue achar quais são?

Jogo dos 2 erros: você consegue achar quais são?

Números, este projeto tem muitos. Para ser literal, acima você não vê a metade.

não são os fotógrafos.

Dica: não são os fotógrafos.

Última fase. Espacial.

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Por hoje é só. Para matar a curiosidade, recomendo a Rodoviária.

Aqui, o digital presta sua homenagem ao material.

Aqui, o digital presta sua homenagem ao material.

Fotos: Thiago Costoli

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Oficina de Pinhole

Dentro das atividades do nosso grupo de pinholes, existem oficinas que ofertamos a pessoas que se interessem pela técnica. A fotografia abaixo foi produzida no mês de setembro na oficina com os alunos da 8ª e 9ª séries do Colégio Maximus, no bairro de Santa Inês. A fotografia foi selecionada pelo grupo e faz parte da exposição que terá início no dia 09 de dezembro, na rodoviária. Ano que vem seguiremos com mais oficinas.

uma igreja em santa inês

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